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Tecnologia na sala de Aula - Novidades




Os professores  têm mudado suas práticas pedagógicas por causa da tecnologia.

Cabe aos educadores e gestores escolares acompanhar os avanços das principais tendências, investindo cada vez mais em métodos de ensino que tragam a tecnologia para a sala de aula.

Abaixo  5 novidades que já podem ser vistas em escolas de todo o país:

1. Livro digital

Os livros digitais começaram a ganhar força nos últimos anos, quando as principais livrarias do Brasil investiram nos seus próprios modelos de e-reader. Não demorou para que a novidade tomasse conta das escolas, e é fácil entender o porquê.
Prático, leve e moderno, os leitores digitais chamaram a atenção dos jovens que cresceram em meio a videogames e computadores. Entre os aspectos que garantiram a popularidade dessa tecnologia, o mais relevante provavelmente é a possibilidade de se explorar recursos que vão muito além do que é apresentado no livro didático impresso.
Isso porque os leitores digitais permitem que o texto original seja complementado com vídeos, áudios, animações, simulações, mapas interativos, softwares, links e muitos outros materiais que visam a facilitar a aprendizagem. Esses recursos ajudam professores e alunos a contextualizarem e conectarem os conteúdos, tornando o conhecimento mais aprofundado.

2. Formação continuada online

A formação continuada é muito importante para qualquer educador, porque ajuda o docente a aprimorar suas práticas pedagógicas e a se atualizar a respeito de novas tendências educacionais.
Entretanto, muitas vezes conciliar os cursos e palestras de formação com a rotina atarefada do professor ou do gestor escolar pode ser um grande desafio. Nesse caso, a formação continuada online tem muito a contribuir.
Os cursos à distância são disponibilizados online e podem ser feitos conforme o ritmo e disponibilidade de cada professor, tornando o processo de desenvolvimento muito mais flexível e proveitoso. Há cursos que contam inclusive com tutoria online, para esclarecer possíveis dúvidas, e certificação de conclusão. A formação continuada online também viabiliza o Microteaching, uma teoria que tem ganhado força devido aos seus benefícios e sua viabilidade.

3. Gamificação

A gamificação consiste em trazer a dinâmica dos games para a sala de aula e é uma das maiores tendências atuais no campo da educação. Alguns dos aspectos dos jogos que podem ser trazidos para a sala de aula são o desafio, que estimula os alunos a se superarem; a definição de objetivos, que ajuda o estudante a manter o foco nas tarefas; e a competição, que aumenta o engajamento quando incentivada de maneira saudável.
O grande benefício da gamificação para a educação é a sua capacidade de estimular os alunos a aprender mais e de maneira divertida. Além disso, ao aplicar os conhecimentos nos jogos, fica mais fácil colocar o conhecimento em prática e fixar o conteúdo aprendido nas aulas.
Em sala, a gamificação aparece, por exemplo, por meio de atividades aplicadas de forma lúdica, que concedem recompensas conforme o aluno aplica seu conhecimento e que ficam mais difíceis ao passo que o estudante avança nas tarefas.

4. Redes Sociais

Ainda que normalmente sejam usadas para diversão, as redes sociais têm grande potencial de contribuir com o processo educativo - tanto dos alunos quanto dos professores e da gestão escolar.
A criação de grupos, por exemplo, é uma prática que tem muito a contribuir. Grupos criados com os alunos possibilitam que os professores enviem materiais diferentes e interessantes, que atraem a atenção dos alunos, mas que fogem do formato padrão que é visto em sala.
Além disso, os grupos permitem que os alunos discutam os conteúdos entre si e tirem suas dúvidas com os colegas de maneira mais prática e rápida. O professor pode até mesmo propor debates a respeito de notícias e acontecimentos que se relacionem com o conteúdo trabalhado em aula.
Quando criados envolvendo professores e gestão escolar, por sua vez, os grupos permitem a troca de boas práticas pedagógicas e ajudam a transmitir avisos de forma mais rápida.

5. Avaliação online

O processo de aplicar uma atividade impressa em sala geralmente envolve a preparação da atividade e a sua correção manual, sendo que muitas vezes o resultado não vai além da porcentagem de acerto.
Nesse contexto, as avaliações online têm muito a contribuir - tanto no que diz respeito ao tempo de correção quanto aos resultados dos alunos. Isso porque esse tipo de atividade é corrigido automaticamente e gera relatórios de desempenho que vão muito além do número de acertos.
Torna-se possível acompanhar, por exemplo, a taxa de acerto por conteúdo ou habilidade, bem como a taxa de marcação por alternativa. Calcular esses tipos de resultados manualmente é inviável para qualquer professor, mas com a atividade online esses dados passam a ser oferecidos automaticamente.
Assim, o tempo que originalmente era gasto corrigindo-se atividades pode ser usado para se fazer análises profundas do aprendizado dos alunos. Com isso, a escola tem informações muito valiosas que a ajudam a aprimorar constantemente as práticas pedagógicas.
Fointe: somospar

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10 dicas para escrever um e-mail profissional

Evite usar linguagem informal demais, gírias e abreviações (FOTO: Reprodução)


Veja sugestões que podem ajudar você a enviar um e-mail profissional sem parecer grosseiro e ainda passar uma boa imagem

Embora atualmente as redes sociais tenham assumido o papel da comunicação rápida, o e-mail ainda continua sendo um dos meios mais eficientes no mundo dos negócios. E, normalmente, onde mais se cometem gafes.
Por ser um meio em que o contato com a outra pessoa não é direto, muitas vezes na tentativa de parecer profissional e conciso você acaba passando a imagem de mandão. Para não correr esse risco e ser odiado pelos e-mails que envia, confira 10 dicas que vão ajudá-lo a montar um e-mail profissional:
1. Assunto
Sempre preencha o campo de assunto. De preferência, escolha um título que diga alguma coisa para o seu leitor. Não tente usar artifícios como “urgente”, ao invés disso, procure um assunto conciso que diga sobre o que se trata o e-mail.
2. Ponto principal
Aborde o tema principal do e-mail logo na frase de abertura. Dificilmente um leitor vai chegar até o final para descobrir qual é a surpresa no seu e-mail.
3. Escolha de palavras
O efeito que seu e-mail vai ter com os leitores vai depender das palavras que você usa para apresentá-lo. Vá direto ao ponto e deixe o assunto claro. Evite começar, por exemplo, com “isso deve ser feito”. O ideal é dizer, logo de cara, o que precisa ser feito e até quando.
4. Maiúsculas
A não ser que sua intenção seja parecer rude com o seu leitor, jamais envie um e-mail escrito em letras maiúsculas. Isso dá a impressão de que você está gritando com ele, o que não vai convencê-lo a fazer o que você precisa.
5. Linguagem
Evite usar linguagem informal demais, gírias e abreviações. Em muitos casos esse tipo de linguagem pode ser conhecido por você, mas não pelo seu leitor. Isso vai causar um ruído na comunicação e dificultar as negociações entre vocês.
6. Seja breve e educado
Procure não escrever e-mails exageradamente grandes. Se sua mensagem for passar de dois ou três parágrafos curtos, considere a ideia de reduzir o e-mail ou enviar o assunto todo em um documento anexo.
7. Palavras mágicas
Não se esqueça de pedir, por favor, ou agradecer em hipótese alguma. E quando o fizer, queira realmente dizer isso. É possível perceber, mesmo via e-mail, quando você faz uso dessas palavras para ser irônico.
8. Assinatura
Providencie uma assinatura com o seu nome completo e as suas informações para contato. Isso inclui o endereço do local de trabalho, o seu telefone e ramal.
9. Edite
Não envie um e-mail sem antes reler o que você escreveu. Você pode deixar passar uma coisa ou outra e pensar que isso é normal, já que você é uma pessoa muito ocupada. Mas o seu leitor não sabe disso e, provavelmente, vai pensar que você é desleixado e não dá atenção para os negócios.
10. Responda imediatamente
Não importa sobre o que seja, dê um retorno para o seu leitor. Se você precisa de mais tempo para coletar informações ou desenvolver um projeto, envie um e-mail explicando isso a ele.
Com informações do Universia Brasil

Transforme seu perfil nas redes sociais e seja contratado







Sua presença nas redes sociais pode ser a diferença entre conseguir o emprego que deseja ou permanecer na fila de espera por uma vaga. Cada vez mais profissionais são colocados no mercado de trabalho por meio das mídias sociais, como Facebook e LinkedIn, e plataformas de recursos humanos online. Para conseguir se destacar, porém, é importante ter o perfil bem configurado e preenchido. 

Confira seis dicas para transformar seu perfil e ser contratado


1. ÁREA DE ATUAÇÃO

Antes de investir #tempo nas redes sociais, confira se as empresas e profissionais de sua área de atuação estão presentes nestas plataformas. Pessoas que trabalham com entretenimento, propaganda, #vendas, recrutamento e #comunicação, por exemplo, costumam marcar forte presença nas redes.


2. LINKEDIN

Mesmo com um #perfil no Facebook que se encaixe nas exigências dos recrutadores, é importante que você também crie um perfil no #LinkedIn, a rede social especializada no mundo profissional. Como seus #contatos profissionais são parte essencial da mudança para ser contratado, você não deve concentrar todos os esforços em apenas uma plataforma.

3. MUDE AS CONFIGURAÇÕES DE PRIVACIDADE

Seu perfil deve ser público e acessível para que qualquer recrutador possa identificá-lo. Entretanto, é importante manter seus dados dentro de certo limite de informação para não comprometer sua segurança.

4. INFORMAÇÕES SOBRE VOCÊ

Escreva ou altere as informações que coloca em seu perfil para que contenham os dados mais atualizados sobre sua formação acadêmica, experiência profissional e atividades extras, como trabalho voluntário ou participação em conferências, por exemplo. Esses dados devem descrevê-lo de tal forma que o recrutador possa ver sua personalidade profissional, enxergá-lo como pessoa e também como possível contratado. Atenção: revise o texto para que não contenha nenhum erro de ortografia ou concordância.

5. ASPECTOS DA PERSONALIDADE

Determinados aspectos de sua personalidade, como hobbies, devem ser apresentados em seu perfil, já que complementam as informações profissionais.

6. ATUALIZAÇÕES DE PERFIL

Suas atualizações de status devem ser escolhidas com cuidado e atenção. Você pode compartilhar conteúdos sobre negócios, parcerias, novos projetos e outros materiais relacionados à sua carreira e interesses profissionais.

Autor: Universia Brasil
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5 coisas que os recrutadores observam em seu perfil no Facebook

Crédito: Shutterstock.com

Muitos recrutadores utilizam os perfis nas redes sociais como critério de avaliação dos candidatos. Confira o que você precisa saber para passar nesse teste e ser contratado

Cada vez mais recrutadores utilizam as redes sociais como critério de avaliação de candidatos. É solicitado o perfil em sites como Twitter e Facebook para que empregadores possam ter uma visão mais concreta do profissional e como ele se comporta fora da entrevista de emprego. Para ajudar você a passar a imagem certa para os recrutadores em seu perfil separamos cinco dicas práticas; confira.
Confira a seguir as 5 coisas que os recrutadores observam em seu perfil no Facebook:
1. APARÊNCIA PROFISSIONAL
Muito daquilo que os recrutadores irão avaliar está associado com as imagens que você coloca online. Procure colocar fotos de bom gosto tanto em seu perfil, quanto em álbuns e capa. Use as configurações de privacidade e lista de amigos para que fotos pessoais não sejam encontradas pelos recrutadores.

2. ADAPTAÇÃO A CULTURA DO TRABALHO
Se o recrutador está em uma empresa que possui uma cultura de trabalho conhecida, procure adicionar esse tipo de características em seu perfil. Os empregadores procuram por alguém que irá se adaptar bem ao escritório e ao tipo de profissional que trabalha nele.

3. BOA PERSONALIDADE
Não demonstre um único aspecto de sua personalidade em seu perfil, de maneira limitada. Procure evidenciar aspectos diferentes sobre você, sobre hobbies, capacidades e outros indicativos que podem agradar os recrutadores.

4. QUALIFICAÇÕES PROFISSIONAIS
Não se esqueça de incluir suas qualificações e experiências profissionais em seu perfil para comprovar aquilo que está no currículo.

5. INFORMAÇÕES NEGATIVAS
É mais fácil encontrar algo negativo do que alguma coisa que se destaque positivamente aos olhos dos recrutadores. Por isso procure limpar seu perfil de quaisquer aspectos ruins que podem prejudicá-lo durante o processo de seleção.

Autor: Universia Brasil

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6 coisas que os recrutadores não querem em você

8 perguntas que você não deve fazer ao recrutador durante uma entrevista de emprego

Mesmo que você seja um candidato qualificado, o mercado de trabalho é competitivo e complexo. Evite erros ao conferir 6 coisas que os recrutadores não buscam em você

Em uma pesquisa realizada pelo blog de carreira americano Glassdoor, verificou-se que apenas 17% dos recrutadores afirmam que os candidatos têm as habilidades que eles procuram em uma vaga. Entre as qualidades necessárias, estão perspectiva de negócios globais, conhecimento em mídias sociais e uma série de outras habilidades.
Entretanto, ninguém é perfeito e, se você não foi contratado ainda, provavelmente, anda fazendo algo de errado.

O QUE OS RECRUTADORES NÃO QUEREM EM VOCÊ 

1. FALTA DE ENERGIA

Se você não está exatamente entusiasmado com a companhia e com a vaga, os recrutadores logo vão perceber. Logo chegarão à conclusão de que você não é apropriado para o cargo. Ninguém quer contratar um candidato passivo, que reclama a toda hora ou não consegue realizar as tarefas a tempo.

2. INCAPACIDADE DE USAR O TEMPO LIVRE
Os recrutadores não buscam um robô para uma vaga. Portanto, eles não querem trabalhadores que não têm outros interesses adicionais ou uma personalidade por trás de sua “persona” profissional. Você precisa se mostrar como um ser humano; os entrevistadores adoram ver personagens com hobbies, interesses e peculiaridades.

3. FALTA DE PREPARO
Se você chega na empresa sem conhecer a missão dela, o tipo de trabalho que ela faz, quais são os seus clientes, etc., isso contará negativamente para você. Venha com algumas questões preparadas sobre a empresa para mostrar seu conhecimento sobre a mesma.

 4. PROCRASTINAÇÃO
Os recrutadores estão buscando alguém pontual, que entregue as tarefas no prazo e não se distraia nos processos de execução. Portanto, forneça exemplos de trabalhos que você realizou e concluiu, para mostrar que você tem comprometimento. Por exemplo, artigos sobre a sua área que você tenha escrito ou um portfólio.

5. TRAJETÓRIA INSTÁVEL
Os recrutadores não gostam de candidatos que não conseguem parar em um emprego só. Se você tem três empresas no currículo em menos de 2 anos, isso pode ser um sinal de que você não consegue de adaptar a ambientes distintos ou, pior, que você não tem certeza se quer realmente seguir esta carreira.

6. PRESENÇA MÍNIMA NAS REDES SOCIAIS
Segundo o blog Glassdoor, 37% dos recrutadores buscam os candidatos nas redes sociais e o número só tende a aumentar. Se você não dá atenção à sua presença online, isso pode querer dizer que você não presta atenção direito a detalhes, que não está engajado de verdade na sua área ou, no mínimo, não dá atenção a como os outros lhe enxergam. Suas contas, entretanto, precisam mais o mais profissional possível.

 Autor: Universia Brasil
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