Uso de celular em sala de aula dobra efeito negativo nas notas, aponta estudo

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 O uso de celular em sala de aula dobra efeito negativo nas notas aponta estudo.

O uso excessivo de telefones celulares, tem prejudicado o desempenho de estudantes universitários brasileiros sem que eles percebam, já que a maioria  tende a subestimar o tempo em que dedica, diariamente, aos seus aparelhos.

Essas conclusões são de uma pesquisa feita com alunos da FGV (Fundação Getúlio Vargas) de São Paulo e publicada recentemente pela revista "Computers & Education", revista especializada Britânica.

Cada cem minutos diários dedicados ao celular, fazem com que o aluno recuei 6,3 pontos na escala, que vai de 0 a 100.

O uso dos celulares no horário das aulas, é ainda mais nocivo: faz com que a queda de desempenho quase dobre.

Segundo os pesquisadores, isto pode sr o suficiente para tirá-los do 5% melhores da turma, impedir para que alcancem a pontuação para cursar algumas faculdades ou universidades eletivas ou prejudicá-los na avaliação dos critérios para obtenção ou manutenção de bolsas de estudos.

O tempo dedicado aos aparelhos é alto e bem maior que a maioria estima. Em média, os participantes do estudo passaram quase quatro horas por dia mexendo em seus celulares.

fonte: Uol

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Universidades portuguesas oferecem bolsas de estudos a brasileiros



O número de brasileiros em universidades portuguesas aumentou. Um dos motivos é a aceitação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de ingresso em muitas universidades.

A facilidade do idioma, o custo de vida reduzido em comparação ao restante da Europa, o clima ameno e a possibilidade de conhecer outros lugares, são alguns dos atrativos que ganharam mais forma depois que diversas instituições de ensino conceituadas de Portugal passaram a aceitar o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) no processo seletivo.
Devido à alta procura, a Travelmate lança um departamento de assessoria na cidade de Porto para ajudar os clientes a se destacarem no complexo processo de candidatura às universidades.
A agência, que também auxilia na escolha do curso ideal, indica bolsas abertas para quem quer estudar em solo lusitano.
De acordo com a Direção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), o número de brasileiros realizando algum tipo de graduação em Portugal cresceu 31% nos últimos três anos. O custo integral dos cursos gira em torno de 3.000 a 3.500 euros por ano, mas muitas faculdades portuguesas oferecem as conhecidas propinas, termo usado pelos portugueses em referência às mensalidades das universidades.
Fundação Calouste Gulbenkian, Instituto Camões e Comissão Fullbright são alguns exemplos de organizações que oferecem bolsas e estão com as inscrições abertas. Ainda há a Fundação Cidade Lisboa, a Luso-Americana, Associação Duarte Tarré e Fundação Rotária Portuguesa.
Além das instituições, há programas como o Ibero-Americanas, do Santander Universidades, cujas inscrições estão abertas até setembro. A meta é distribuir 1.070 subsídios para graduação internacional com valor de 3 mil euros.
A fundação para ciência e tecnologia (FCT) permite a candidatura por meio de concursos públicos e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), junto ao consulado geral de Portugal, também oferece programas para formar licenciados, mestres e doutorandos.

http://travelmate.com.br/portugal/

Faculdade a distância de qualidade. O que ela precisa oferecer para o aluno?



Quer fazer um curso de ensino superior na modalidade EAD?

 



Descubra o que sua faculdade não pode deixar de oferecer!

A Educação a Distância (EAD) está em constante expansão no Brasil. De acordo com o último Censo da Educação Superior, realizado em 2016, o número de novas matrículas na modalidade teve aumento de 21,4%  ao passo que o número de novos alunos no ensino tradicional registrou queda de 3,7%.
O principal motivo para essa mudança de cenário é a gama de vantagens que a educação a distância pode oferecer, como mensalidades mais baixas e flexibilidade de horários. Escolher um curso superior na modalidade Educação a Distância, no entanto, exige uma série de cuidados.
Por ser uma modalidade muito recente, ainda é difícil “separar o joio do trigo”. Apenas 20% dos cursos superiores oferecidos em regime EaD são credenciados pelo Ministério da Educação (MEC). Mesmo entre os cursos autorizados, uma parcela deixa a desejar nas avaliações realizadas periodicamente pelo órgão.
Um curso superior exige um grande investimento de tempo, energia e dinheiro. Para evitar que isso seja em vão, preparamos este guia completo com dicas sobre o que deve ser observado na hora de escolher uma faculdade à distância. Aproveite!

1. Adequação à modalidade EAD

Antes de começar a jornada para escolher um bom curso superior de Ensino a Distância, é importante que você tenha clareza sobre o que define a modalidade. Nem todo curso que utiliza recursos multimídias ou oferece algumas aulas não-presenciais se encaixa na definição de EAD.
O MEC define a Educação Superior a distância da seguinte maneira:
“A Educação a Distância é a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.”
Essa definição está presente no Decreto 5.622, de 19.12.2005, que revoga o Decreto 2.494/98  que, por sua vez, regulamenta o Art. 80 da Lei 9.394/96 (LDB).
Em outras palavras, na Educação a Distância, professores e alunos não convivem em sala de aula, mas realizam o processo de ensino-aprendizagem juntos (ainda que não espacial ou temporalmente), com a ajuda de internet ou de outros recursos como CDs, vídeos e telefones.
Mesmo em cursos EaD, no entanto, algumas atividades devem ser presenciais — como as provas, por exemplo.

2. Bom desempenho nos parâmetros de avaliação do MEC

Agora que você já sabe identificar um curso superior oferecido na modalidade EAD, chegou a hora de conhecer quais são os parâmetros que o MEC utiliza para avaliar esses cursos.
O órgão leva em consideração três itens: o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), do qual falaremos mais tarde, o índice Conceito Preliminar do Curso (CPC) e o Conceito de Curso (CC). As notas obtidas pelas instituições de ensino superior a distância podem ser consultadas no Portal e-mec.
O CPC é um índice formado pelos resultados do Enade e por itens relacionados ao bom funcionamento do curso  como titulação dos professores, infraestrutura, recursos didático-pedagógicos, instalações físicas, entre outros. Nessa avaliação, cada curso recebe uma nota de 1 (pontuação mais baixa) a 5 (pontuação mais alta).
O CC é a avaliação mais realista de um curso, pois é composto a partir de uma avaliação presencial do MEC. Quando um curso obtém CPC 1 ou 2, ele é automaticamente visitado pelo órgão, que avaliará as condições gerais do curso.
Aqueles que alcançarem nota maior que 3 no CPC, no entanto, podem optar por não receber a visita dos avaliadores. Quando isso acontece, o CPC obtido se transforma em CC.
Além de analisar os índices do curso, recomenda-se que o aluno se informe também sobre a avaliação da instituição de ensino que oferece o curso. Para isso, deve-se consultar os indicadores IGC (Índice Geral de Cursos da Instituição) e o Conceito Institucional.

3. Reconhecimento

O diploma de um curso só tem validade se ele for reconhecido pelo MEC. Para funcionar legalmente, uma instituição EAD deve estar de acordo com toda a legislação sobre o tema. Atualmente, apenas 20% dos cursos EAD em funcionamento respeitam as regras do MEC.
Para checar se o curso que você deseja fazer está autorizado pelo órgão, você pode fazer uma pesquisa do seu próprio computador. Para isso, acesse o portal e-mec ou o site da Associação Brasileira de Ensino a Distância (Abed).
Além disso, você também pode consultar entidades de classe (sindicatos, associações e federações) do curso que pretende fazer. Eles indicarão se o diploma da graduação que você pretende fazer lhe tornará apto a tirar a carteira profissional após a conclusão do curso.
Se você quiser ir além e descobrir problemas que podem ser indetectáveis nas avaliações do MEC  como pendências administrativas da instituição ou problemas de relacionamento com alunos , pesquisar o nome da instituição em sites de reclamação ou em redes sociais é uma boa ideia.
Além disso, você pode entrar em contato com a divisão do MEC responsável por reunir queixas contra instituições EaD pelo e-mail supervisaoead@mec.gov.br.

4. Boa nota de desempenho no ENADE

O Enade é uma prova aplicada anualmente, embora cada área de conhecimento só participe do exame uma vez a cada três anos. A prova avalia o rendimento dos alunos ingressantes e concluintes dos cursos de graduação.
De acordo com os resultados, o MEC avalia se os estudantes estão acompanhando os conteúdos programáticos dos cursos em que estão matriculados. O exame é obrigatório para todas as instituições de ensino superior (IES), sejam elas públicas ou privadas, e para todos os alunos selecionados.
A importância dessa prova na avaliação dos cursos tem lados positivos e negativos. Por um lado, é o ENADE que possibilita a comparação entre todos os cursos oferecidos e o estabelecimento de padrões mínimos para que eles continuem em funcionamento.
Por outro, recorrentemente diversas IES procuram formas de “enganar” a avaliação, selecionando apenas os melhores alunos para fazê-la ou dando cursos preparatórios para o Enade. Além disso, não raro, estudantes de universidades federais promovem o boicote à prova, por serem contrários ao modelo de avaliação do exame.
Por isso, um bom desempenho no Enade é muito importante na hora de escolher uma instituição de ensino superior, mas é necessário também avaliar outros itens  como o CC e os depoimentos de ex-alunos.

5. Plataformas de alta qualidade

Agora que você já se assegurou de que seu curso está regularizado e tem boas notas nas avaliações do MEC, é hora de avaliar suas qualidades na prática. Como a maioria das atividades se dará em plataformas visuais, é importante garantir que o curso escolhido utilize uma plataforma moderna e de alta qualidade.
Ambientes virtuais de aprendizagem (em inglês, “virtual learning environment”), ou AVA’s, são os softwares utilizados na criação e montagem de cursos ministrados pela internet. Eles são peças fundamentais no sucesso de um curso, uma vez que muitos alunos abandonam cursos a distância por falta de adaptação à plataforma utilizada.
Além disso, um bom AVA influenciará positivamente uma série de aspectos  como a interação entre alunos e professores, o bom uso de hyperlinks e hipermídias e a facilidade de organizar seu material de estudo.
Você pode informar-se sobre as plataformas utilizadas pelo seu curso perguntando diretamente à sua instituição. Você deve se certificar de que a plataforma inclui todas as principais tecnologias empregadas em cursos EAD  como videoaulas e videoconferências, áudio, chats, bibliotecas virtuais, fóruns, calendários e exercícios interativos.

6. Possibilidade de interação entre professores e alunos

Embora não convivam presencialmente com os alunos, os professores desempenham um papel fundamental no EAD. Eles devem preparar as aulas, ministrar o conteúdo, passar exercícios, corrigir atividades e tirar dúvidas.
Em alguns casos, os professores também são responsáveis por elaborar o material de ensino. Ao contrário do que se temia, os computadores não acabaram com a importância dos professores  pelo contrário, eles são cada vez mais necessários para guiar os alunos ao longo da vasta jornada de aprendizado online.
Por isso, além de possuir bons professores, um bom curso superior na modalidade EaD deve possibilitar uma interação real e constante entre os professores e os alunos. Alguns cursos oferecem atendimento, apresentações de trabalho, encontros e provas presenciais  mas, na maioria das vezes, a interação se dará mesmo pela internet.
Por isso, é importante que você se informe sobre os canais de interação oferecidos pela sua instituição. Ferramentas como chats, fóruns de dúvidas e até mesmo linhas de telefone são suficientes para garantir um bom relacionamento.
Não se esqueça de que o interesse também deve partir de você: procure relacionar-se com o seu professor, esclareça dúvidas, peça dicas de materiais didáticos e sempre interaja nos fóruns disponíveis.

7. Disponibilização de material multimídia

Uma das maiores vantagens de um curso EAD em relação a um curso tradicional é o incentivo e o acesso ao material multimídia. Para aproveitar ao máximo as vantagens do seu curso EAD, garanta que ele ofereça todas essas possibilidades:
  • Bibliotecas virtuais: boa parte dos cursos EaD já oferece acesso a bibliotecas virtuais, nas quais você poderá fazer downloads de livros, apostilas e legislações, entre outros.
Essas bibliotecas oferecem uma série de vantagens: além de ser muito mais fácil localizar o material em um mecanismo de busca online, você não terá restrição de quantos livros pode “pegar” de uma vez. Bibliotecas virtuais também têm a vantagem de funcionar 24 horas por dia, todos os dias da semana.
  • Videoaulas e vídeo-conferências: as vídeo-aulas são recursos poderosos para cursos de Ensino a Distância, pois possibilitam uma experiência mais “real” de aula e tornam o conteúdo mais didático  além de reduzir o volume de leitura, que tende a ser grande.
Nas vídeo-conferências, os estudantes podem, ainda, interagir com os professores e os tutores, aproximando-se bastante da experiência de uma universidade tradicional.
Videoaulas e vídeo-conferências têm ainda uma grande vantagem: por serem gravadas, elas podem ser acessadas quando o aluno quiser/puder. Por isso, são ótimos recursos para estudantes que precisam estudar em períodos não-comerciais.
  • Chats e fóruns: esses recursos são os principais responsáveis por promover uma real interação entre o estudante e seus professores e tutores. Nesses espaços o aluno também poderá trocar conhecimentos, dúvidas e informações com seus colegas. Busque aproveitá-los ao máximo!
  • Hyperlinks: um bom curso de Ensino a Distância usará e abusará de hyperlinks. Você sabe o que são hyperlinks?
Como o nome indica, hyperlinks são ligações, referências que existem dentro de um documento em hipertexto e que fazem referência a outros documentos. Os hyperlinks também são responsáveis por direcionar o internauta para outros assuntos relacionados ao que está sendo tratado.
Se você está lendo um texto sobre a Revolução Francesa, por exemplo, um hyperlink no texto poderá direcioná-lo para itens correlatos como Robespierre, Girondinos ou Jacobinos.
Por isso, o uso desse recurso expande em muito as possibilidades de aprendizado e a quantidade de conteúdos a que um estudante terá acesso, tornando o aprendizado muito mais completo.

8. Carga horária

Um curso superior EAD sério deverá sempre respeitar os valores de carga horária mínima e máxima para integralização do curso definidos pelo MEC. A graduação EAD deve cumprir a mesma carga horária que o seu curso correspondente presencial cumpre.
Esse é um dos fatores que garante o credenciamento do curso e a não-distinção quanto ao tipo de modalidade escolhida na emissão do diploma. Assim, a carga horária dos cursos superiores varia de acordo com a modalidade (Bacharelado, Licenciatura e Tecnólogo).

9. Professores altamente qualificados

Essa é uma regra na escolha de qualquer curso, seja na modalidade presencial, seja na modalidade a distância: quanto mais qualificados forem os seus professores e coordenadores, mais qualificada será a educação à qual você terá acesso.
Por isso, um dos critérios mais importantes na escolha da sua faculdade é o nível de conhecimento e de capacitação dos professores alocados no seu curso. Você pode conferir essa informação por conta própria fazendo uma pesquisa preliminar sobre eles.
Consulte o currículo e a experiência profissional de cada um. Veja em quais instituições de ensino superior eles se formaram, descubra se possuem mestrado, doutorado, especializações.
Você pode consultar as avaliações que o MEC realiza periodicamente  aquelas mesmas que determinam os índices CPC e CC —, uma vez que elas também levam esse critério em consideração.

10. Valorização do curso no mercado de trabalho

Como a expansão dos cursos superiores a distância no Brasil ainda é recente, encontrar rankings de empregabilidade dessas graduações é bem mais difícil do que encontrar de universidades tradicionais.
De modo geral, você consegue conferir quais cursos (em relação à área) a distância conseguem mais vagas no mercado de trabalho  no entanto, não é possível saber qual curso de qual instituição é o mais valorizado.
Há alguns anos, estudantes que faziam cursos superiores de ensino a distância enfrentavam bastante resistência do mercado de trabalho, que demorou a aceitar que esses cursos são tão bons quanto as graduações tradicionais.
Embora esse preconceito ainda possa existir, a tendência é que ele desapareça nos próximos anos como consequência do crescimento na oferta de profissionais formados no Ensino a Distância.
Além disso, você se lembra quando contamos que o diploma emitido não registra se você fez graduação a distância ou não? Isso acontece porque o MEC  autoridade máxima no que diz respeito à Educação considera que, desde que os cursos de ambas as modalidades cumpram os mesmos requisitos, eles são equivalentes.
O futuro do EAD é promissor. 26% dos brasileiros que fazem ensino superior estão matriculados nessa modalidade.
De acordo com um estudo realizado pela Sagah, empresa que trabalha com tecnologia e desenvolvimento de conteúdo para EaD, em 2023, 51% do mercado de trabalho será composto por alunos que se graduaram em cursos superiores de Ensino a Distância.

11.  Adequação à legislação mais atual

A legislação da Educação a Distância no Brasil evoluiu bastante nos últimos anos e continua evoluindo. 
Em junho deste ano, por exemplo, uma portaria do MEC possibilitou o credenciamento de instituições de ensino superior (IES) para cursos de ensino a distância sem a necessidade de credenciamento para cursos presenciais  algo que não era possível até então.
A partir dessa determinação, as IES poderão atuar nas modalidades presencial e a distância ou apenas oferecer cursos EaD  sejam eles de graduação, pós-graduação ou lato sensu.

13. Para saber mais

O primeiro órgão que pode  e deve  sempre ser consultado é o Ministério da Educação. Além das avaliações disponibilizadas no portal e-mec e das diversas páginas de conteúdo sobre o tema disponibilizadas no site do Ministério, você também pode tirar dúvidas pelo “Fale Conosco” (0800-616161 ou auto-atendimento online).
Fonte: Universia

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6 atitudes de pessoas mimadas no trabalho; veja se você não anda vacilando...

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De acordo com uma pesquisa conduzida pelo instituto norte-americano Harris Poll, publicado pela consultoria Career Builder recentemente, 80% dos mais de 5.000 entrevistados (sendo 2.000 pessoas da área de recursos humanos) afirmaram ter colegas que se comportam de forma infantil no trabalho. 

Algumas condutas típicas de criancinha não só irritam os demais como ainda podem prejudicar o sonho de trilhar uma carreira de sucesso.
Confira algumas atitudes que deveriam ser limadas do comportamento de quem deseja transmitir uma imagem madura e profissional:

1.   Ficar falando que na empresa anterior tudo era melho
     Parece atitude de aluno de aluno do ensino fundamental dois que começou o ano em uma escola nova e quer se gabar...

2.       Pedir para mudar de mesa
Seu chefe não é sua professora. Esse tipo de reclamação gera desconforto com os colegas e até mancha sua imagem...

3.       Deixar os outros esperando para começar uma reunião
Uma pessoa com o ego exacerbado, assim como a criança pequena, acredita que o mundo gira ao redor de si e que todos estão ali para atender suas necessidades e vontades. É alguém que amadureceu fisicamente e intelectualmente, mas ficou infantilizada emocionalmente.
Quem se atrasa pode ter um motivo ou não. Porém, é inaceitável não comunicar o atraso. É preciso ter respeito e educação com os outros, e uma atitude como essa revela muito.

4.       Virar a cara para alguém
É o equivalente ao “ficar de mal” dos pequenos. Péssimo! Adultos dialogam, discutem, olham nos olhos e chegam a um consenso --e, quando não chegam, respeitam as diferenças. A melhor estratégia é deixar de mimimi e chegar junto. Seja maduro o suficiente para sustentar sua posição sobre aquilo que você não gostou na situação ou no comportamento do outro, sempre com um tom de voz suave e assertivo, para não pesar a energia da conversa.

5.       Ignorar a hierarquia
Embora as empresas atuais estejam cada vez menos rígidas quanto á hierarquia, e os relacionamentos sejam mais fluidos, é preciso ter maturidade para fazer uma leitura da cultura do ambiente. Por mais informal que a companhia seja, lembre-se que a forma de se comunicar deve ser proporcional ao grau de intimidade e proximidade. É bom questionar, debater, trazer ideias e construir. No entanto, ignorar a hierarquia demonstra imaturidade e falta de profissionalismo. Para quem quer crescer dentro da empresa é ainda pior.  

6.       Fazer bico ou cara feia diante de críticas
 Em vez de levá-las para o lado pessoal, que tal encará-las como uma oportunidade para refletir e mudar? Quem resmunga em uma conversa com o chefe ou faz pouco caso das opiniões de outras pessoas passa a imagem de ser uma pessoa infantil, birrenta e mimada.


Para ser um profissional competente deve aprender a ouvir,  a considerar outras ideias e sempre estar aberto à incorporar novas atitudes.

Fonte: Uol

MEC libera R$ 406 milhões em recursos para ensino médio em tempo integral



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MEC libera R$ 406 milhões em recursos para ensino médio em tempo integral. 

Segundo o MEC, ao todo, serão investidos R$ 1,5 bilhão no programa até 2020. Parte do dinheiro já vem sendo repassado desde o primeiro semestre de 2017.

O dinheiro liberado nesta quarta será destinado a todos os Estados do país e vai ampliar de 516 para 967 as unidades educacionais atendidas, informou o ministério. 

Ainda de acordo com a pasta, os recursos ao ensino médio em tempo integral devem chegar a pelo menos R$ 700 milhões neste ano.

O programa foi lançado junto com a reforma do ensino médio para transferir recursos às redes estaduais de ensino, responsáveis pela implementação das atividades no contra turno das aulas.

Ou seja, quem tem aula pela manhã conta com atividades diversas na escola à tarde, e vice-versa. 

A implantação do regime pode ser tanto de uma vez quanto gradual.

Cada aluno em tempo integral custa R$ 2 mil adicionais ao ano para o governo federal. 

Segundo o MEC, as escolas com educação em tempo integral obtiveram resultados melhores no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e taxas menores de evasão e de reprovação. 

A política de tempo integral é uma das metas do PNE (Plano Nacional de Educação). 

Este determina que 50% das escolas e 25% das matrículas devem ser integrais até 2024.

 O objetivo é contar com 500 mil novos alunos do ensino médio na modalidade até dezembro de 2019. 

Fonte: Uol