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9 sinais de que você está sem qualidade de vida


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Se você se identifica com os sinais descritos aqui, está na hora de mudar seu estilo de vida ou até mesmo de procurar ajuda de um profissional. Não é fácil encontrar o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, além disso cada um tem rotinas e trabalhos diferentes. Porém existem alternativas que se encaixem com o perfil de cada um, como exercícios físicos, meditação ou simplesmente fazer aquilo que se ama. Não deixe que o estresse tome conta de sua vida! 




1. Indisposição pela manhã
É normal sentir preguiça de manhã, principalmente quando se acorda muito cedo. Porém, quando você não tem vontade nenhuma de levantar da cama e curtir o dia que está começando, algo pode estar errado.
2. Resistência baixa
Altos níveis de estresse afetam a nossa imunidade, nos deixando mais vulneráveis a vírus e bactérias. Isso faz com que a pessoa fique doente constantemente, principalmente com gripes e resfriados.
3. Sentimento de estagnação
Você pode estar comprometido, se esforçando e realizando todas as suas atividades perfeitamente, e mesmo assim sentir que todo seu esforço foi em vão e que você não saiu do lugar. Quando estamos muito estressados, fica mais difícil definir prioridades e administrar o próprio tempo. Assim, o sentimento de estagnação pode ser um sintoma importante.
4. Memória fraca
Se você está com dificuldade para se lembrar onde guardou as chaves, esquece de pagar as contas, não lembra de compromissos ou coisas relativamente importantes, pode ter algum problema. O estresse pode resultar em perda de memória, pois afeta a produção dos neurotransmissores.
5. Baixa autoestima
Não se sentir bem consigo mesmo é um sintoma comum entre pessoas estressadas, afinal a pessoa se encontra em estado de desequilíbrio no campo físico e emocional. Você pode ficar insatisfeito com seu corpo e sua aparência, ter a sensação de que seus amigos e familiares não o estimam tanto e não ter mais confiança no âmbito profissional.
6. Conflitos de relacionamento
O estresse pode tornar mais difícil os relacionamentos interpessoais. A paciência para resolver os problemas diminui, o que pode te tornar uma pessoa intolerante sem que você perceba, não só no âmbito profissional, mas também no relacionamento os amigos e a família. Além disso, a sensação de que ninguém está ao seu lado pode agravar os conflitos.
7. Insônia
Quando se tem um problema, é quase impossível parar de pensar nele. Como dormir com tantos pensamentos e preocupações na cabeça? Se você passa noites em claro ou então acorda no meio da noite e percebe que está “ligado” e não vai mais conseguir dormir, pode estar sofrendo de insônia. A falta de sono pode causar problemas sérios, pois ela rouba do corpo o descanso que ele necessita para se refazer física, mental e emocionalmente.
8. Dores físicas
Se você passa constantemente por episódios de dores de cabeça, de estômago, ou dores no corpo, isso pode ser uma resposta do seu organismo ao desgaste psicológico.
9. Humor instável
O humor é diretamente afetado pelo nível de estresse. Essas mudanças ocorrem por causa da grande instabilidade emocional que a pessoa está passando. Por exemplo, quando você está realizando algum processo no trabalho e ocorre uma falha, por menor que seja, isso pode ser suficiente para te tirar do sério e te deixar irritado. Além disso, situações delicadas podem te deixar mais emocional e suscetível a crises de choro ou ataques de ansiedade.

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As 5 melhores cidades do mundo para estudar em 2016


Paris, Melbourne, Tóquio Sidney e Londres encabeçam o ranking das melhores cidades para estudar em 2016; São Paulo é apenas a 65ª.



Se você puder escolher qualquer cidade para estudar no ano que vem, deveria seriamente considerar Paris. Ou, como outra opção, a cidade australiana de Melbourne.

Essas são as duas cidades que encabeçam o ranking das melhores para estudar em 2016, produzido pela consultoria britânica em educação superior Quacquarelli Symonds (QS).


A capital japonesa, Tóquio, ocupa a terceira colocação do ranking da QS


A QS leva em conta cinco aspectos nessa classificação: a colocação das universidades da cidade em um ranking mundial, qualidade de vida, diversidade dos estudantes, acessibilidade econômica (custo de vida) e oportunidades de trabalho após a graduação.

Fundada em 1990, a Quacquarelli Symonds se especializou em educação internacional. Para a edição 2016 do índice, foram analisadas 75 cidades. As que ocupam as cinco primeiras posições são: Paris, Melbourne, Tóquio, Sidney e Londres. 

São Paulo, a única brasileira no ranking, ficou em 65º lugar, atrás de outras cidades da América Latina, como Buenos Aires (32º) e Santiago (49º). "Para ser incluída, cada cidade deve ter mais de 250 mil habitantes e sediar ao menos duas universidades que integram rankings da QS", informou a organização em sua página na internet. 

Critério educacional 

O ranking específico sobre qualidade das universidades no mundo é conhecido como QS World University Rankings. 

Se a qualidade das universidades fosse o único critério da lista das melhores cidades para estudar, a relação seria diferente. Londres, Paris, Tóquio, Seul e Nova York ocupariam os cinco primeiros lugares. 

Paris, no entanto, não se destaca apenas pela qualidade das instituições de ensino – é a segunda cidade com mais universidades no top 75 da QS, com 18 –, mas também pelo baixo custo, qualidade de vida e mercado de trabalho sólido. 

Vale citar que a análise foi feita antes dos atentados terroristas de 13 de novembro na capital francesa. 

No caso de Melbourne, as perspectivas de trabalho, a diversidade de nacionalidade dos estudantes e a qualidade de vida levaram a cidade ao segundo lugar no ranking. 

Segundo a QS, o município é o primeiro do mundo em diversidade estudantil, sexto em perspectivas de trabalho e oitavo em qualidade de vida. 

Os melhores alunos 

Tóquio, por sua vez, está entre as cidades que mais atraem estudantes, não apenas pela qualidade de vida, mas também pelas oportunidades de trabalho que oferece a recém-formados.
Qualidade de vida, oportunidades de trabalho e diversidade explicam boa colocação de Melbourne

Pouca diversidade da população estudantil – 63º lugar em nível global – explica o terceiro posto no ranking. 

Outra cidade australiana que aparece nas cinco primeiras posições é Sidney, cuja qualidade de vida é vista como determinante na hora da decisão sobre o local de estudos. 

Londres se destaca - apesar do alto custo de vida, sobretudo em hospedagem – pelo fato de sediar algumas das melhores universidades do mundo e pela imagem positiva entre estudantes internacionais. 

A categoria de oportunidades de trabalho procura fornecer uma indicação sobre as cidades mais admiradas por empregadores.
O custo de vida em Londres é um aspecto que costuma desencorajar estudantes estrangeiros
Entre os indicadores levados em conta na construção desse índice específico estão uma pesquisa anual da QS com empregadores internacionais, na qual eles indicam as instituições que formam os melhores profissionais em seu setor.

Nessa categoria, as cinco primeiras posições ficaram com Tóquio, Boston, Londres, Pequim e Seul.

Considerada apenas essa categoria, São Paulo está em 18º lugar no ranking global. A cidade ficou ainda em 34º lugar em custo de vida, 72º em diversidade de estudantes e 73º em qualidade de vida.

Fonte: Universia