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Concurso de fotografia dará bolsa de estudo de um mês em Paris


O vencedor irá estudar na Universidade de Sorbone, com direito a hospedagem e passagens aéreas.

Uma foto pode te levar a Paris! O concurso cultural “Quero Estudar na França”, uma iniciativa da Campus France Brasil, irá premiar os autores das melhores fotografias, com o tema “A França no Brasil”, com um curso de um mês na Universidade de Sorbone, uma das mais tradicionais do país.
Para participar, os interessados devem enviar a imagem para o site oficial do concurso, até o dia 9 de março. Em seguida, no período de 10 a 14 do mesmo mês, será aberta uma votação pública para a escolha das melhores fotografias. As cinco melhores serão submetidas a uma comissão julgadora, que irá divulgar o resultado final no dia 17 de março.
 O primeiro colocado da competição ganhará o curso “Civilisation Française”, com duração de um mês, além de hospedagem e passagens aéreas de ida e volta para a Cidade Luz. O segundo lugar vai faturar um curso de francês, também com duração de um mês, em Nice, região litorânea da França, com direito a hospedagem, Já o terceiro colocado será presenteado com um brinde da Livraria Francesa.


As 5 melhores cidades do mundo para estudar em 2016


Paris, Melbourne, Tóquio Sidney e Londres encabeçam o ranking das melhores cidades para estudar em 2016; São Paulo é apenas a 65ª.



Se você puder escolher qualquer cidade para estudar no ano que vem, deveria seriamente considerar Paris. Ou, como outra opção, a cidade australiana de Melbourne.

Essas são as duas cidades que encabeçam o ranking das melhores para estudar em 2016, produzido pela consultoria britânica em educação superior Quacquarelli Symonds (QS).


A capital japonesa, Tóquio, ocupa a terceira colocação do ranking da QS


A QS leva em conta cinco aspectos nessa classificação: a colocação das universidades da cidade em um ranking mundial, qualidade de vida, diversidade dos estudantes, acessibilidade econômica (custo de vida) e oportunidades de trabalho após a graduação.

Fundada em 1990, a Quacquarelli Symonds se especializou em educação internacional. Para a edição 2016 do índice, foram analisadas 75 cidades. As que ocupam as cinco primeiras posições são: Paris, Melbourne, Tóquio, Sidney e Londres. 

São Paulo, a única brasileira no ranking, ficou em 65º lugar, atrás de outras cidades da América Latina, como Buenos Aires (32º) e Santiago (49º). "Para ser incluída, cada cidade deve ter mais de 250 mil habitantes e sediar ao menos duas universidades que integram rankings da QS", informou a organização em sua página na internet. 

Critério educacional 

O ranking específico sobre qualidade das universidades no mundo é conhecido como QS World University Rankings. 

Se a qualidade das universidades fosse o único critério da lista das melhores cidades para estudar, a relação seria diferente. Londres, Paris, Tóquio, Seul e Nova York ocupariam os cinco primeiros lugares. 

Paris, no entanto, não se destaca apenas pela qualidade das instituições de ensino – é a segunda cidade com mais universidades no top 75 da QS, com 18 –, mas também pelo baixo custo, qualidade de vida e mercado de trabalho sólido. 

Vale citar que a análise foi feita antes dos atentados terroristas de 13 de novembro na capital francesa. 

No caso de Melbourne, as perspectivas de trabalho, a diversidade de nacionalidade dos estudantes e a qualidade de vida levaram a cidade ao segundo lugar no ranking. 

Segundo a QS, o município é o primeiro do mundo em diversidade estudantil, sexto em perspectivas de trabalho e oitavo em qualidade de vida. 

Os melhores alunos 

Tóquio, por sua vez, está entre as cidades que mais atraem estudantes, não apenas pela qualidade de vida, mas também pelas oportunidades de trabalho que oferece a recém-formados.
Qualidade de vida, oportunidades de trabalho e diversidade explicam boa colocação de Melbourne

Pouca diversidade da população estudantil – 63º lugar em nível global – explica o terceiro posto no ranking. 

Outra cidade australiana que aparece nas cinco primeiras posições é Sidney, cuja qualidade de vida é vista como determinante na hora da decisão sobre o local de estudos. 

Londres se destaca - apesar do alto custo de vida, sobretudo em hospedagem – pelo fato de sediar algumas das melhores universidades do mundo e pela imagem positiva entre estudantes internacionais. 

A categoria de oportunidades de trabalho procura fornecer uma indicação sobre as cidades mais admiradas por empregadores.
O custo de vida em Londres é um aspecto que costuma desencorajar estudantes estrangeiros
Entre os indicadores levados em conta na construção desse índice específico estão uma pesquisa anual da QS com empregadores internacionais, na qual eles indicam as instituições que formam os melhores profissionais em seu setor.

Nessa categoria, as cinco primeiras posições ficaram com Tóquio, Boston, Londres, Pequim e Seul.

Considerada apenas essa categoria, São Paulo está em 18º lugar no ranking global. A cidade ficou ainda em 34º lugar em custo de vida, 72º em diversidade de estudantes e 73º em qualidade de vida.

Fonte: Universia

Site mostra custos diários para viajar a qualquer cidade ao redor do mundo

Praça do Ferreira é um dos pontos turísticos de Fortaleza. A cidade está inclusa no site 'Quanto Custa Viajar' (FOTO: Flickr/Creative Commons/Otávio Nogueira)



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