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Conheça as três cidades mais baratas do Reino Unido para estudar inglês

Belfast, Belfástia ou Belfaste é uma cidade do Reino Unido. É a maior cidade e capital da Irlanda do Norte e da província do Ulster, sendo a segunda maior cidade na ilha da Irlanda (FOTO: Reprodução)

Belfast, Edimburgo, Manchester são cidades mais econômicas e com alta qualidade de ensino

O Reino Unido está no imaginário de muitas pessoas, quando o assunto é intercâmbio. Contudo, a valorizada libra esterlina, moeda local, faz com que muitos repensem os planos e escolham um destino mais em conta. A gerente de produtos da CI – Intercâmbio e Viagem -, Luiza Vianna, recomenda que a pessoa considere outras cidades mais baratas, que fazem parte do Reino Unido, para estudar. Belfast, Edimburgo e Manchester são algumas opções para escapar de Londres, Cambridge, e Oxford, que têm um alto custo de vida, mas sem deixar de vivenciar a cultura da região.
A capital da Irlanda do Norte e também maior cidade do país, Belfast, é um destino interessante, revela a gerente de produtos da CI, Luiza Vianna. “Em relação ao custo/benefício, já que os gastos com itens básicos, como aluguel, mercado e lavanderia, são menores que em qualquer outro lugar do país”, explica. “Outro ponto positivo de Belfast é que ainda não é um destino tão popular entre os brasileiros, por isso, as chances de encontrar muitos compatriotas são menores”, destaca Luiza.
Edimburgo é a 7ª maior cidade do Reino Unido e capital da Escócia. O local é garantia de escola com alta qualidade de ensino, com renomadas universidades, que estão entre as melhores do Reino Unido. “É mais uma alternativa de país de língua inglesa na Europa, com uma cultura única, ainda pouco conhecida por muitos brasileiros. O whisky e a kilt (as “saias” usadas pelos escoceses especialmente em eventos mais tradicionais).
Por fim, a gerente ainda elenca Manchester. Localizada no noroeste da Inglaterra, a cidade é um centro industrial e econômico, e uma das mais importantes do país. “Manchester é conhecida pela atividade cultural. Berço de bandas ilustres, como Oasis e The Smiths. E pelo futebol, já que o Manchester United é um dos times mais populares da Inglaterra”, aponta a gerente. “Apesar dos gastos médios serem mais elevados, se compararmos com Belfast e Edimburgo, a cidade inglesa ainda vale muito a pena, na hora da escola do intercambista”, indica Luiza.
“O diferencial dessas três cidades é que elas não são muito visadas pelos brasileiros, é possível aprender o idioma com os nativos e com em contato com pessoas de outros países. Sem contar que estar em um país Europeu é uma porta de entrada para explorar outros destinos do continente numa mesma viagem. Nada melhor do que unir estudo e lazer durante o intercâmbio”, completa Luiza.
SERVIÇO:
Kaplan – Edimburgo
2 semanas de Curso de 20 lições , quarto individual, banheiro compartilhado, meia pensão.
Valor: GPB  760 ou R$ 4.469,00
Passagem aérea: São Paulo / Edimburgo / São Paulo: a partir de USD534,00*
EC – Manchester
2 semanas de Curso de 20 lições , quarto individual, banheiro compartilhado, meia pensão.
Valor: GBP 682 ou R$ 4.011,00
Passagem aérea: São Paulo / Manchester / São Paulo: a partir de USD469,00*
IH – Belfast
2 semanas de Curso de 20 lições , quarto individual, banheiro compartilhado, meia pensão.
Valor: GBP700 ou R$ 4.116,00
Passagem aérea: São Paulo / Belfast / São Paulo: a partir de USD549,00*
 *Valores válidos para saída de São Paulo em baixa temporada.
*Sujeita a disponibilidade e alteração sem prévio aviso.
*Nos valores apresentados acima não estão inclusas taxas.

As 5 melhores cidades do mundo para estudar em 2016


Paris, Melbourne, Tóquio Sidney e Londres encabeçam o ranking das melhores cidades para estudar em 2016; São Paulo é apenas a 65ª.



Se você puder escolher qualquer cidade para estudar no ano que vem, deveria seriamente considerar Paris. Ou, como outra opção, a cidade australiana de Melbourne.

Essas são as duas cidades que encabeçam o ranking das melhores para estudar em 2016, produzido pela consultoria britânica em educação superior Quacquarelli Symonds (QS).


A capital japonesa, Tóquio, ocupa a terceira colocação do ranking da QS


A QS leva em conta cinco aspectos nessa classificação: a colocação das universidades da cidade em um ranking mundial, qualidade de vida, diversidade dos estudantes, acessibilidade econômica (custo de vida) e oportunidades de trabalho após a graduação.

Fundada em 1990, a Quacquarelli Symonds se especializou em educação internacional. Para a edição 2016 do índice, foram analisadas 75 cidades. As que ocupam as cinco primeiras posições são: Paris, Melbourne, Tóquio, Sidney e Londres. 

São Paulo, a única brasileira no ranking, ficou em 65º lugar, atrás de outras cidades da América Latina, como Buenos Aires (32º) e Santiago (49º). "Para ser incluída, cada cidade deve ter mais de 250 mil habitantes e sediar ao menos duas universidades que integram rankings da QS", informou a organização em sua página na internet. 

Critério educacional 

O ranking específico sobre qualidade das universidades no mundo é conhecido como QS World University Rankings. 

Se a qualidade das universidades fosse o único critério da lista das melhores cidades para estudar, a relação seria diferente. Londres, Paris, Tóquio, Seul e Nova York ocupariam os cinco primeiros lugares. 

Paris, no entanto, não se destaca apenas pela qualidade das instituições de ensino – é a segunda cidade com mais universidades no top 75 da QS, com 18 –, mas também pelo baixo custo, qualidade de vida e mercado de trabalho sólido. 

Vale citar que a análise foi feita antes dos atentados terroristas de 13 de novembro na capital francesa. 

No caso de Melbourne, as perspectivas de trabalho, a diversidade de nacionalidade dos estudantes e a qualidade de vida levaram a cidade ao segundo lugar no ranking. 

Segundo a QS, o município é o primeiro do mundo em diversidade estudantil, sexto em perspectivas de trabalho e oitavo em qualidade de vida. 

Os melhores alunos 

Tóquio, por sua vez, está entre as cidades que mais atraem estudantes, não apenas pela qualidade de vida, mas também pelas oportunidades de trabalho que oferece a recém-formados.
Qualidade de vida, oportunidades de trabalho e diversidade explicam boa colocação de Melbourne

Pouca diversidade da população estudantil – 63º lugar em nível global – explica o terceiro posto no ranking. 

Outra cidade australiana que aparece nas cinco primeiras posições é Sidney, cuja qualidade de vida é vista como determinante na hora da decisão sobre o local de estudos. 

Londres se destaca - apesar do alto custo de vida, sobretudo em hospedagem – pelo fato de sediar algumas das melhores universidades do mundo e pela imagem positiva entre estudantes internacionais. 

A categoria de oportunidades de trabalho procura fornecer uma indicação sobre as cidades mais admiradas por empregadores.
O custo de vida em Londres é um aspecto que costuma desencorajar estudantes estrangeiros
Entre os indicadores levados em conta na construção desse índice específico estão uma pesquisa anual da QS com empregadores internacionais, na qual eles indicam as instituições que formam os melhores profissionais em seu setor.

Nessa categoria, as cinco primeiras posições ficaram com Tóquio, Boston, Londres, Pequim e Seul.

Considerada apenas essa categoria, São Paulo está em 18º lugar no ranking global. A cidade ficou ainda em 34º lugar em custo de vida, 72º em diversidade de estudantes e 73º em qualidade de vida.

Fonte: Universia

Site mostra custos diários para viajar a qualquer cidade ao redor do mundo

Praça do Ferreira é um dos pontos turísticos de Fortaleza. A cidade está inclusa no site 'Quanto Custa Viajar' (FOTO: Flickr/Creative Commons/Otávio Nogueira)



Viajar é uma excelente opção em época de fim de ano. Com as férias escolares, 13º salário e festas comemorativas, muitos optam por conhecer outras cidades e culturas. O planejamento financeiro de uma viagem, para quem quer se aventurar por conta própria (sem a ajuda de agências), não é fácil. 
Para resolver esse problema e ajudar os viajantes, foi criada a startup Quanto Custa Viajar, focada em resumir – de maneira prática e simples – os gastos básicos por dia em cada cidade.
A startup oferece uma estimativa de custos em diversos destinos, seja para viajantes mais ousados, do tipo mochileiros, até para quem prefere conhecer outras cidades com um pouco mais de conforto. Para chegar ao gasto diário, o site inclui os preços das principais atrações turísticas, os custos médios com transporte e hospedagem na cidade e as despesas com refeições. O turista ainda pode conferir preços das principais atrações separadamente, na moeda local e em reais.
Há dicas para diversas cidades de todo o mundo: Paris, Londres, Orlando, Nova York, Bogotá, Lisboa, Atenas, Dublin, Las Vegas, o que você imaginar.
O sucesso foi tão grande, que o serviço foi lançado também para AndroidiOS e Windows Phone. O intuito é manter a página sempre atualizada. Depois de tanta dica de economia, o valor para utilizar o serviço do site não poderia ser diferente: é totalmente gratuito. Agora, é só preparar as malas e sair pelo mundo.