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Inscrições abertas para seleção pública de profissionais para educação municipal



São 40 vagas para preencher de forma imediata (FOTO: Divulgação)


O candidato deve ser licenciado em Pedagogia ou Letras ou ser graduado em Psicologia

As inscrições para a seleção pública de formadores de profissionais da Educação Infantil e do Ensino Fundamental da Prefeitura de Fortaleza estão abertas. São oferecidas um total de 40 vagas de ampla concorrência.
São 20 vagas para formadores do Programa de Alfabetização na Idade Certa – Eixo Infantil I e 20 para formadores do Programa de Aprendizagem na Idade Certa (PAIC+5), além de 80 vagas para o cadastro de reserva. As inscrições podem ser feitas pela internet até as 23h59 do dia 2 de maio.
Para atuar na formação dos profissionais da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I, o candidato deve ser licenciado em Pedagogia ou Letras ou ser graduado em Psicologia. Os interessados na seleção, que atendam ao requisito, devem preencher um formulário eletrônico no site do Imparh, e pagar o boleto bancário no valor de R$ 100 para ambas as especialidades.
A avaliação será composto por uma entrevista e uma prova didática, as duas de caráter classificatório e eliminatório. As datas previstas para entrevista e prova didática são os dias 21 e 22 de maio.
A prova didática constará de uma aula expositiva com duração máxima de 15 minutos, sobre um único ponto dos temas constantes no edital da seleção. O local e o horário do sorteio do tema serão divulgados no site do Imparh no dia 27 de abril. Na entrevista individual, com duração máxima de cinco minutos, serão avaliados os conhecimentos específicos relacionados à área da Educação Infantil ou Ensino Fundamental I e experiência profissional do candidato.
Os candidatos aprovados serão convocados para a contratação pela Coordenadoria de Gestão de Pessoas (Cogep) da SME, dentro do prazo estabelecido pela seleção, e serão lotados nos seis distritos de educação, no período diurno (manhã e tarde), de acordo com a sua classificação.
A contratação terá duração de um ano, podendo ser prorrogada por mais um ano. As vagas remanescentes serão ocupadas pelos candidatos que compuserem o cadastro de reserva e serão preenchidas conforme necessidade e carência existente nos distritos de educação.

4 documentários sobre o futuro da educação


Filmes que podem te ajudar a planejar aulas mais inovadoras

Em um cenário cada vez maior de introdução da tecnologia na educação, o professor passa a desempenhar um papel diferente, que vai além de transmitir conteúdos e aplicar avaliações. Mais do que isso, o educador precisa preparar seus alunos para a vida fora da escola, estimulando neles habilidades como a capacidade criativa e o pensamento inovador.
Confira abaixo quais são eles e prepare-se para inovar o seu método de ensino!

1 - Networked Society: The Future of Learning
Durante o documentário, o especialista Seth Godin comenta sobre a importância de renovar o método de ensino, que deve se concentrar menos na memorização de conteúdos, focando em outras habilidades importantes, tais como a inovação e comunicação.


2 - Education For A Sustainable Future
O documentário analisa o perfil educacional do século XXI, que atualmente tem abrangido os assuntos relacionados à temática ambiental. Além disso, o filme mostra como os educadores podem conduzir os alunos para que eles se adaptem a novas situações e superem os grandes desafios do futuro.

3 - Future Learning: What’s Wrong With School?
Apresentando uma série de entrevistas feitas com especialistas da educação, o filme trata sobre como é possível engajar mais os estudantes para que eles possam aprender de uma forma mais independente, aproveitando o melhor da inovação introduzida pela tecnologia no ambiente educacional.

4 - Collaboration: On the Edge of a New Paradigm
O documentário mostra a influência da internet no processo de construção do conhecimento, possibilitando a formação de uma rede colaborativa.

Estudantes brasileiros custam 63% menos do que a média dos países da OCDE




A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) informou, na edição mais recente do seu relatório “Education at a glance”, que o Brasil é um dos países que menos investem em educação por aluno ao ano.
Quarenta e seis países foram analisados. Luxemburgo, Suíça e Noruega foram os que mais investiram. Na média, em 2012, os três países dispenderam, respectivamente, US$ 21.998, US$ 15.859 e US$ 15.393 por aluno ao ano. O Brasil dispendeu apenas US$ 3.441 por estudante da rede pública – considerando o ensino básico e o ensino superior. Esse montante corresponde a 37% da média dos 34 países que compõem a OCDE, que é de US$ 9.317. A OCDE é uma organização que envolve os países desenvolvidos.
Dito de outro modo, a educação dos estudantes brasileiros foi 63% mais barata do que a média do investimento por aluno ao ano verificada nos países mais riscos.
O dado é revelador. O indicador mais certeiro  sobre o investimento em educação é o custo por aluno ao ano. Ele determina quando custa a manutenção da matrícula dos estudantes das redes púbicas. Outros indicadores sobre financiamento educacional são importantes, mas não são capazes de retratar tão bem o problema. Os dois mais conhecidos são o investimento público em educação como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) ou o esforço orçamentário global.
Nesses dois últimos indicadores, comparativamente, o Brasil não investe pouco. Porém, como o país  mantém muitas matrículas (40 milhões apenas na educação básica), o custo por aluno ao ano no país é muito baixo. E corre o risco de ser menor, pois tem muita gente fora da escola (cerca de 3,8 milhões de brasileiros 4 a 17 anos) pelo Brasil afora e orçamento da educação não está subindo.
Assim, quando se trata do fundamental, que é o direito de cada criança, adolescente, jovem, adulto e idoso a uma educação pública de qualidade, o Brasil precisa avançar muito. E se aumentar o custo por aluno ao ano, a proporção do investimento público em educação frente ao PIB e a porcentagem do orçamento global em educação também devem ser maiores. Portanto, o alcance da meta de investimento equivalente a 10% do PIB depende e muito do aumento do custo por aluno ao ano.
CAQi
Para qualificar e incrementar o investimento por aluno ao ano, o PNE determina que até junho de 2016 o país implemente o Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi).
Criado pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, o CAQi é um mecanismo que determina quanto deve ser investido por aluno ao ano de cada etapa e modalidade da educação básica. Ele considera os custos de manutenção das creches, pré-escolas e escolas para que estes equipamentos garantam um padrão mínimo de qualidade para a educação básica.
Para realizar este cálculo, o CAQi determina um tamanho adequado para as turmas, propõe custos com formação, salários e carreira compatíveis com a responsabilidade dos profissionais da educação, além de demandar instalações, equipamentos e infraestrutura adequados, na forma de insumos como laboratórios, bibliotecas, quadras poliesportivas cobertas, materiais didáticos, entre outros. Enfim, o CAQi contempla as condições e os insumos materiais e humanos mínimos necessários para que os professores consigam ensinar e para que os alunos possam aprender.
Porém, para ser implementado, o CAQi exige maior participação do Governo Federal no investimento em educação, como estabelece – novamente – a Constituição Federal (parágrafo primeiro do artigo  211) e o próprio PNE (Estratégia 20.10). Segundo cálculos da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, a efetivação do CAQi exige R$ 37 bilhões por ano.
Para isso virar realidade, é imprescindível uma revisão da política de ajuste fiscal, que tirou R$ 10,2 bilhões da educação nacional em 2015. Os cortes no setor da educação e os seus impactos negativos para a implementação do PNE estão inclusive destacados entre as principais preocupações oficiais apresentadas ao Governo Brasileiro pelo Comitê sobre os Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) – órgão máximo de monitoramento dos direitos das crianças e dos adolescentes no mundo.
A ONU foi alertada sobre os possíveis riscos do ajuste fiscal para garantia dos direitos educacionais pela rede da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, por meio de uma ação de incidência política em Genebra.
Blog Daniel Cara

6 REDES SOCIAIS QUE PODEM AUXILIAR NOS ESTUDOS DE SEUS ALUNOS




O crescimento e popularização das redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram, criaram oportunidades para o surgimento de novas mídias e espaços de interação online. Hoje, é possível encontrar plataformas focadas nas mais diversas áreas e assuntos, e a educação é um deles.
O estudante do século XXI tem a sua disposição uma infinidade de fontes de informação e pode fazer consultas e pesquisas, conhecer novos temas, tirar dúvidas do conteúdo dado em sala de aula e estudar para provas com apenas alguns cliques no computador, tablet ou smartphone.
Conheça agora algumas redes sociais de educação que vão facilitar o aprendizado e abrir portas para um ensino mais conectado.
1 – Docsity
Em dois anos, o site conquistou a marca de 600.000 usuários registrados. Suas ferramentas e conteúdos estão disponíveis em 7 línguas diferentes, incluindo português, inglês, espanhol, russo e italiano. Além da plataforma para PC, os usuários também podem baixar o aplicativo do Docsity em seus dispositivos IOS ou Android.Com conteúdo destinado a alunos do ensino médio e superior, Docsity é uma rede social gratuita, que permite a troca de experiências e materiais de estudo entre pessoas do mundo todo. Um aluno de engenharia aqui do Brasil pode, por exemplo, trocar uma lista de exercícios com uma estudante africana, entre outras formas de interação.
2 – StudyBlue
StudyBlue é uma rede social colaborativa, construída pelos próprios usuários. Atualmente, o site conta com mais de 1,5 milhão de fichas de estudo, quizz, questionários, entre outras ferramentas de estudo elaboradas pelos próprios alunos. Está precisando revisar os pronomes demonstrativos em inglês para uma prova? Sem dúvida, você encontrará uma extensa pasta dedicada ao tema, com material extra e exercícios para praticar.
3 – Chegg
Você assistiu à aula, fez anotações, mas ficou com uma última dúvida sobre a matéria nova? Então, cadastre-se no Chegg! Mais focado em alunos pré-universitários, o site oferece tutores online, listas de exercícios e uma ferramenta para alugar, comprar e vender livros escolares.
4 – Lynda
Lynda é uma grande videoteca online, que oferece aos seus usuários tutoriais sobre softwares, idiomas, negócios, habilidades criativas e muitos outros temas. Seus vídeos são conhecidos mundialmente pela qualidade tecnológica e de conteúdo.
5 – Sophia
Destinada a professores e alunos de todas as idades, a rede social Sophia estabelece novas interações e troca de aprendizado. A maioria de suas ferramentas é gratuita, e conta com materiais didáticos, atividades complementares e um guia de acompanhamento do desempenho escolar. Além disso, o estudante ou professor podem traçar uma rota personalizada de aprendizagem, visando os conhecimentos e limites de cada aluno.
Passei Direto é uma rede social brasileira de educação voltada para estudantes universitários. Para participar, o aluno cria um login com seus dados pessoais e acadêmicos e já pode começar a se relacionar com outros estudantes do Brasil. No Passei Direto o aluno encontrá, também, material de estudos, notícias sobre o cenário universitário do país e vagas de estágios e emprego.
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