10 gestos e posturas para fazer e 10 para evitar em entrevistas de emprego


Causar uma boa impressão durante uma entrevista de emprego é fundamental para conseguir a vaga
Para isso, além de boas competências e experiências profissionais, muitos recrutadores também ficam de olho nos gestos e expressões dos candidatos.
"Muitos entendem de linguagem corporal e conseguem identificar quando algo não é verdadeiro", diz o especialista em linguagem corporal Paulo Sergio de Camargo, autor de "Linguagem Corporal: Técnicas para Aprimorar Relacionamentos Pessoais e Profissionais" (Summus Editorial).

Para o especialista Giovanni Mileo, o ideal é que todos os gestos e posturas durante uma entrevista de emprego passem a ideia de competência, humildade e igualdade, independentemente de quem irá entrevistá-lo.

Veja, a seguir, quais gestos e posturas fazer e quais evitar em uma entrevista de emprego.

O que fazer

Antes da entrevista
Marcos Inoue/Arte UOL
Realizar três posturas por cerca de dois minutos antes da entrevista pode fazer com que você se sinta mais confiante e se saia melhor na disputa pela vaga. A de Super-Homem (as pernas devem estar um pouco abertas e as mãos na cintura), a de general (as pernas devem estar um pouco abertas e as mãos cruzadas atrás do tronco) e a posição na qual a pessoa, sentada, cruza a perna com o tornozelo sobre o joelho e se inclina no encosto, com as mãos atrás da cabeça.

Mãos firmes
Marcos Inoue/Arte UOL
A primeira impressão do entrevistador acontece no momento em que ele bate os olhos no candidato na sala de espera. Diante de uma situação estressante como essa, é normal que as mãos revelem a insegurança. Por isso, a melhor solução é esperar lendo um livro –de preferência, um que tenha a ver com a cultura da empresa para a qual você está se candidatando.

Aperto de mão
Marcos Inoue/Arte UOL
Se você for entrevistado por um gerente ou diretor, é melhor esperar que ele seja o primeiro a estender a mão. O aperto deve ser firme, sem chacoalhar as mãos, e ser breve. É importante que as palmas das mãos se encaixem. Ao não se permitir esse toque, passa-se a ideia de estar escondendo algo. Nesse momento, também é preciso olhar nos olhos, o que mostra que o outro é importante para você. Outro gesto recomendado é tocar o cotovelo do recrutador com a mão esquerda, como se desse um "tapinha carinhoso". Após o aperto de mão, desvie o olhar para o lado. Se olhar para baixo, passará a ideia de submissão e, se olhar para cima, a de autoridade e arrogância.

Escolha o assento à esquerda
Marcos Inoue/Arte UOL
Se a entrevista acontecer em uma sala de reunião, escolha o assento logo à esquerda do entrevistador. Isso faz com que o recrutador preste mais atenção no que você diz e nas suas expressões faciais. Se não for possível, vire um pouco o rosto para a esquerda durante a conversa.

"Semisorriso"
Marcos Inoue/Arte UOL
Essa expressão é capaz de ganhar a empatia do entrevistador de cara e atenuar a preocupação e tensão do próprio entrevistado, mas é preciso sutileza. Nada de dar um sorriso muito largo. Dica: imagine que você está sorrindo e, imediatamente, você fará essa expressão.

Braços contidos
Marcos Inoue/Arte UOL
Movimentos lentos mostram segurança e autoconfiança. Também é importante que os cotovelos fiquem sempre afastados um do outro.

Palmas das mãos à mostra
Marcos Inoue/Arte UOL
Mostrar as palmas das mãos durante uma conversa demonstra sinceridade. O melhor gesto é o que dá a impressão de que você está segurando uma bola de basquete, com as palmas das mãos para cima e os dedões um pouco abertos. Isso mostra vontade, vitalidade e energia. Outra sugestão é colocar as duas mãos unidas em cima da mesa, com as palmas das mãos voltadas para o entrevistador.

Coluna ereta
Marcos Inoue/Arte UOL
Manter uma postura ereta durante a entrevista é essencial para transmitir confiança e segurança. Para conseguir essa posição, não se encoste muito na cadeira, pois assim é possível manter a coluna ereta e mostrar tranquilidade. Além disso, o eixo do corpo deve estar voltado para o entrevistador, pois isso mostra que você se interessa pelo que ele tem a dizer.

Queixo paralelo ao chão
Marcos Inoue/Arte UOL
O ideal é que o queixo fique em uma linha horizontal em relação ao solo. Nem voltado para cima, pois isso mostra arrogância, nem para baixo, pois denota desânimo. Dessa forma, você mostra segurança e passa a ideia de que a conversa acontecerá de igual para igual.

Concorde com a cabeça
Marcos Inoue/Arte UOL
Balançar a cabeça assertivamente enquanto o entrevistador fala também é importante. O gesto mostra que você entende e concorda com o que o recrutador diz.

O que evitar

Não cruze os braços
Marcos Inoue/Arte UOL
A postura mostra insegurança e medo, passando a ideia de que existe uma tentativa de defesa. Segundo os especialistas em linguagem corporal, qualquer tipo de barreira entre o entrevistado e o entrevistador deve ser evitada durante a conversa.

Não mexa muito as mãos
Marcos Inoue/Arte UOL
Falar com as mãos e balançar muito os braços passa uma impressão de irritabilidade e ansiedade. Ainda pior é usar as mãos para fazer sinais que ilustram aquilo que se está falando. Durante a entrevista, movimentos como mexer em lápis, em cadernos, na bolsa ou mesmo nas unhas deixam transparecer nervosismo e insegurança.

Não aponte o dedo
Marcos Inoue/Arte UOL
O gesto é considerado falta de educação em quase todas as culturas. Passa ideia de que você está acusando a outra pessoa. Mesmo sem intenção, é algo negativo.

Não coloque a bolsa no colo
Marcos Inoue/Arte UOL
Deixar a bolsa no colo pode parecer insegurança. Também deve-se evitar colocar o acessório em cima da mesa, pois pode deixar o entrevistado incomodado com o fato de você invadir o espaço dele. Deixe-a, preferencialmente, na cadeira, ao seu lado.

Não cruze as pernas
Marcos Inoue/Arte UOL
Essa postura significa que o candidato não está à vontade e quer se proteger de alguma forma. O movimento também pode dar ideia de sensualidade e sexualidade, o que sempre deve ser evitado em uma entrevista.

Não entrelace as pernas na cadeira
Marcos Inoue/Arte UOL
O movimento indica nervosismo extremo, por isso deve ser evitado.

Não aponte os pés para a porta
Marcos Inoue/Arte UOL
A posição dos pés revela onde está seu real interesse. Por isso, se eles apontarem para a porta, é sinal de que você está desconfortável, desinteressado e quer sair o mais rápido possível do local da entrevista.

Não volte os pés para dentro
Marcos Inoue/Arte
Essa postura –pés voltados para dentro, com uma ponta em direção à outra-- revela fragilidade e carência. O mais indicado é que eles sempre "incluam" a pessoa com quem conversamos, ficando ligeiramente abertos em direção ao entrevistador. 

Não esconda a cabeça entre os ombros
Marcos Inoue/Arte UOL
Essa posição na qual os ombros ficam tão tensionados que sobem a ponto de quase esconder a cabeça indica medo, ansiedade e é uma tentativa de defesa. O ideal é manter os ombros relaxados, alinhados e em uma posição baixa.

Não fixe o olhar nos olhos do entrevistador
Marcos Inoue/Arte UOL
Quando o entrevistador fizer uma pergunta, olhe-o sempre nos olhos, mas não fixe o olhar por muito tempo, ou irá causar desconforto e perturbá-lo. O melhor é "varrer" o rosto dele com o olhar, olhando para a testa, para o nariz, para os olhos e focar, às vezes, em uma área um ponto acima do nariz. Outra possibilidade é, quando ele falar, escutá-lo e observá-lo de frente. Ao falar, desvie um pouco o olhar para os lados ou para observar um papel. 



Fontes consultadas: psicólogo e mestre em cognição e linguagem João Oliveira, autor de "Saiba Quem Está à Sua Frente" (Ed. Wak); especialista em linguagem corporal Paulo Sergio de Camargo, autor de "Linguagem Corporal: Técnicas para Aprimorar Relacionamentos Pessoais e Profissionais" (Ed. Summus), e Giovanni Mileo, autor de "O Livro Mais Incrível de Automotivação e Linguagem Corporal" (Clube de Autores).

Aprenda com as críticas e saiba como ser um profissional melhor

Após o choque inicial que as críticas causam, você pode criar estratégias que façam com que seu desempenho profissional melhore (FOTO: Shutterstock)

Alguns profissionais encaram feedbacks negativos como algo extremamente ruim e, por isso, têm dificuldades em aceitá-los. No entanto, a partir do momento que o chefe se dispõe a conversar sobre o desempenho profissional, significa que ele acredita no potencial de mudança do funcionário.

Confira 3 motivos para você valorizar as críticas que receberá no ambiente de trabalho:
1 – Aprimoramento pessoal
Ao receber uma crítica negativa a respeito do seu desempenho, escute atentamente tudo o que o outro tem a dizer. É importante que você identifique suas falhas e aprenda com elas. Tente não levar os comentários para o lado pessoal, porque isso pode afetar o seu desempenho profissional e, consequentemente, fazer com que você receba cada vez mais críticas. Nesses casos, a situação pode até se tornar insustentável, fazendo com que você seja demitido ou queira sair do emprego.
2 – Servem como estímulo
Ao entender a dimensão do que você está fazendo de errado, é comum que você tenha vontade de melhorar. Os feedbacks negativos podem ter a grande função de fazer com que o profissional sinta-se motivado a progredir sempre, querendo impressionar. Essa vontade pode fazer com que ele se destaque na companhia, seja por uma atividade que executou corretamente ou pelo próprio desejo de superação pessoal.
3 – Incentivam a criação de estratégias
Após o choque inicial que as críticas causam, você pode criar estratégias que façam com que seu desempenho profissional melhore. Separe um tempo do seu dia para analisar todos os erros apontados pelo gestor e, a partir disso, busque soluções criativas para todos eles. Ao demonstrar que, além de executar um bom trabalho, você está preocupado em resolver os problemas, talvez seja possível ganhar pontos dentro da empresa e conseguir cargos de maior importância.
Com informações do Universia Brasil

4 características de verdadeiros empreendedores




Conheça quais são elas e aplique-as na sua rotina profissional


Tornar-se um empreendedor de sucesso é um desejo de muitos profissionais do mercado de trabalho hoje em dia. A fim de buscar esse sonho, investem em determinadas características pessoais que farão com que se destaquem. A seguir, conheça 4 delas e passe a adquiri-las no dia a dia:
1 - Seja apaixonado pela profissão
Os empreendedores têm posições de destaque, porque são apaixonados pela profissão que exercem. Por causa desse sentimento, buscam sempre dar o melhor deles mesmos, não aceitando menos do que a perfeição para as tarefas que realizam. A paixão é o principal motivo que os movem, fazendo com que se destaquem consideravelmente dentro do mercado.
 2 - Não seguem padrões
Uma característica forte dos empreendedores é que eles não seguem modelos predefinidos. Por mais que tenham personalidades em que se inspiram, encontram formas e criam estratégias para trilharem o próprio caminho profissional sem depender de outra pessoa. O maior foco dessas pessoas é buscar o sucesso e não ficar presas a padrões e ações esperadas por todos.
 3 - Não se abalam facilmente
Tornar-se um empreendedor reconhecido é uma jornada árdua para qualquer profissional, já que é preciso enfrentar muitas barreiras. Normalmente, esses profissionais dedicam boa parte do tempo buscando soluções para os problemas e, consequentemente, criam estratégias para alcançarem o que almejam mais facilmente.
 4 - São convictos de suas ideias
Esses profissionais defendem suas ideias a todo o custo e falam sobre elas sempre focando no fato de que elas se tornarão realidade. À medida que eles discorrem sobre o assunto, fica claro o quanto se dedicam para conseguirem o que almejam e, principalmente, como são determinados.
 Fonte: Universia Brasil

6 dicas para arrasar ao falar em público



Veja como deixar o medo de lado e ter um bom desempenho em apresentações

Ao longo da carreira, alguns funcionários acabam alcançando posições de destaque e, por isso, precisam enfrentar novos desafios, como falar em público. Entretanto, a comunicação pode gerar inseguranças, já que muitas pessoas têm receio de se apresentarem. Quando você atingir essa fase profissional, saiba como agir para ter um bom desempenho com as 6 dicas a seguir:
1 – Aja naturalmente
Durante discursos em público, é fundamental que você demonstre que está se sentindo confortável com a posição que ocupa. Tente falar como se você estivesse conversando com um amigo, para que alcance o maior grau de naturalidade possível.
 2 – Treine
Quando você for falar em público, pratique muito para saber a melhorar de falar e ter domínio completo do conteúdo. Uma boa ideia é praticar em frente ao espelho ou pedir para que um colega o assista falando, para que depois possa dar um feedback sobre o seu desempenho.
 3 – Escute música antes da apresentação
A música tem um grande poder de fazer com que as pessoas relaxem e se sintam melhores. Por isso, separe os minutos que antecedem o seu discurso para que você consiga deixar a mente livre e, consequentemente, sentir-se mais preparado para a apresentação.
 4 – Escolha bem a roupa que irá usar
Além de manter uma postura profissional, já que irá falar em público, é essencial se sentir confortável. Como a própria situação já pode gerar desconforto, você não deve deixar que sua vestimenta se torne um problema. Escolha aquela peça de roupa que você sabe que passará uma boa imagem para as pessoas, mas ao mesmo tempo aumentará sua autoconfiança.
 5 – Prepare-se para os erros
Não se desespere caso você comete algum erro durante seu discurso. Por conta do nervosismo, esse tipo de situação pode acontecer. Por isso, antes de começar, é importante que você se conscientize de que está sujeito a falhas e encontre estratégias para lidar com elas da melhor maneira possível. Jamais culpe a si mesmo, use-os como aprendizado e como uma forma de crescimento pessoal.
 6 – Foque no conteúdo
Quando você estiver falando em público, foque sua atenção apenas no conteúdo que está expondo e não na audiência. Dessa forma, você conseguirá manter a calma e, consequentemente, ser mais claro e direto nas suas afirmações. Além disso, a confiança que você irá passar fará com que as pessoas levem como verdade tudo o que está dizendo.

Britannica Escola realiza treinamentos grátis para professores da educação básica em dezembro



As inscrições são gratuitas e os professores podem escolher o horário mais conveniente para participar do treinamento


A equipe pedagógica do portal Britannica Escola realizará mais cinco treinamentos online voltados a professores da educação básica no mês de dezembro. Mensalmente são realizados encontros em diferentes horários onde a equipe explica aos docentes como utilizar as ferramentas digitais da Britannica em sala de aula e também nas atividades complementares.
As inscrições são gratuitas e os professores podem escolher o horário mais conveniente para participar do treinamento. Cada sessão apresenta conteúdos por cerca de 60 minutos. Confira no quadro abaixo as próximas capacitações e os links para inscrição:
DATAHORATEMALINK PARA INSCRIÇÃO
7 de dezembro14h às 15hBritannica Academic Editionhttps://attendee.gotowebinar.com/register/541314134263415809
7 de dezembro16h às 17hBritannica Escolahttps://attendee.gotowebinar.com/register/8280916120155424001
8 de dezembro16h às 17hBritannica Academic Editionhttps://attendee.gotowebinar.com/register/5554932125782362881
14 de dezembro14h às 15hBritannica Academic Editionhttps://attendee.gotowebinar.com/register/6906740990202872833
15 de dezembro16h às 17hBritannica Escolahttps://attendee.gotowebinar.com/register/1165361749817083649

Britannica Escola
O portal Britannica Escola é uma parceria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC) com a Encyclopædia Britannica uma das mais conhecidas e conceituadas editoras do mundo.
Acessando a interface da Britannica Escola, alunos e professores poderão utilizar, durante o processo de aprendizado, ferramentas de ensino e recursos multimídia disponíveis no portal, como artigos de enciclopédia, imagens e vídeos, atlas do mundo, biografias, notícias diárias voltadas para as crianças, recursos interativos de geografia, jogos interativos, entre outros. O portal é todo em português e gratuito.

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10 dicas para escrever um e-mail profissional

Evite usar linguagem informal demais, gírias e abreviações (FOTO: Reprodução)


Veja sugestões que podem ajudar você a enviar um e-mail profissional sem parecer grosseiro e ainda passar uma boa imagem

Embora atualmente as redes sociais tenham assumido o papel da comunicação rápida, o e-mail ainda continua sendo um dos meios mais eficientes no mundo dos negócios. E, normalmente, onde mais se cometem gafes.
Por ser um meio em que o contato com a outra pessoa não é direto, muitas vezes na tentativa de parecer profissional e conciso você acaba passando a imagem de mandão. Para não correr esse risco e ser odiado pelos e-mails que envia, confira 10 dicas que vão ajudá-lo a montar um e-mail profissional:
1. Assunto
Sempre preencha o campo de assunto. De preferência, escolha um título que diga alguma coisa para o seu leitor. Não tente usar artifícios como “urgente”, ao invés disso, procure um assunto conciso que diga sobre o que se trata o e-mail.
2. Ponto principal
Aborde o tema principal do e-mail logo na frase de abertura. Dificilmente um leitor vai chegar até o final para descobrir qual é a surpresa no seu e-mail.
3. Escolha de palavras
O efeito que seu e-mail vai ter com os leitores vai depender das palavras que você usa para apresentá-lo. Vá direto ao ponto e deixe o assunto claro. Evite começar, por exemplo, com “isso deve ser feito”. O ideal é dizer, logo de cara, o que precisa ser feito e até quando.
4. Maiúsculas
A não ser que sua intenção seja parecer rude com o seu leitor, jamais envie um e-mail escrito em letras maiúsculas. Isso dá a impressão de que você está gritando com ele, o que não vai convencê-lo a fazer o que você precisa.
5. Linguagem
Evite usar linguagem informal demais, gírias e abreviações. Em muitos casos esse tipo de linguagem pode ser conhecido por você, mas não pelo seu leitor. Isso vai causar um ruído na comunicação e dificultar as negociações entre vocês.
6. Seja breve e educado
Procure não escrever e-mails exageradamente grandes. Se sua mensagem for passar de dois ou três parágrafos curtos, considere a ideia de reduzir o e-mail ou enviar o assunto todo em um documento anexo.
7. Palavras mágicas
Não se esqueça de pedir, por favor, ou agradecer em hipótese alguma. E quando o fizer, queira realmente dizer isso. É possível perceber, mesmo via e-mail, quando você faz uso dessas palavras para ser irônico.
8. Assinatura
Providencie uma assinatura com o seu nome completo e as suas informações para contato. Isso inclui o endereço do local de trabalho, o seu telefone e ramal.
9. Edite
Não envie um e-mail sem antes reler o que você escreveu. Você pode deixar passar uma coisa ou outra e pensar que isso é normal, já que você é uma pessoa muito ocupada. Mas o seu leitor não sabe disso e, provavelmente, vai pensar que você é desleixado e não dá atenção para os negócios.
10. Responda imediatamente
Não importa sobre o que seja, dê um retorno para o seu leitor. Se você precisa de mais tempo para coletar informações ou desenvolver um projeto, envie um e-mail explicando isso a ele.
Com informações do Universia Brasil

4 lições profissionais para aprender durante uma crise na carreira



Enfrentando um momento difícil no trabalho? Saiba como transformá-lo em algo positivo

Ao longo da carreira, é comum passar por momentos de erros e de acertos. Certamente, nem tudo será perfeito e, em muitos casos, o profissional deve passar por desafios constantes para atingir os seus principais objetivos. O importante é evoluir durante a trajetória profissional, aprendendo e se desenvolvendo a partir das próprias falhas, transformando um momento difícil em algo positivo.
Confira as lições que você pode aprender a partir de 4 momentos difíceis que costumam ocorrer durante a carreira . Confira abaixo:

1 - Não conseguir concluir um projeto
Imagine a seguinte situação: você e os seus colegas trabalham em um projeto durante um longo período e, ao final, a equipe comete uma falha, prejudicando a conclusão da tarefa. Nesse caso, ao invés de procurar uma forma de atribuir a culpa aos outros, identifique a sua própria responsabilidade nesse erro. Não tenha medo de assumir a sua parte na culpa, ao mesmo tempo em que pensa numa solução construtiva para o problema. Procure ter uma conversa sincera com o seu chefe, mostrando a ele o que você conseguiu aprender com isso. Tenha cuidado para não se desculpar excessivamente com ele e não culpe nenhum colega.

2 - Não ser chamado para reuniões
Tem percebido que, ultimamente, não tem sido chamado para reuniões nem recebido novos projetos? Pois saiba que isso pode ser um sinal sobre o seu próprio desempenho ou atitudes no trabalho. Você pode até ficar chateado por isso, visto que esse sentimento é algo natural. Entretanto, ao invés de se retrair e permanecer mais distante da equipe ou do chefe por causa dessa situação, procure analisar o seu próprio comportamento, identificando o que você pode estar fazendo de errado. Tente conversar com o seu chefe, seja sincero e peça a ele um feedback, para que ele explique o porquê de não envolvê-lo mais como ocorria antes.

3 - Ter medo de mencionar as próprias dúvidas
Alguns profissionais, sobretudo no início da carreira, costumam não perguntar a respeito de uma tarefa que não entenderam, por insegurança ou medo de simplesmente não saberem. Contudo, trata-se de algo prejudicial para o próprio crescimento, pois é fundamental compreender o propósito do seu próprio trabalho. Por isso, é importante superar a insegurança na hora perguntar ao chefe, caso não tenha entendido algo. Procure não fingir e seja o mais verdadeiro possível consigo mesmo. Só assim você poderá potencializar o seu desenvolvimento profissional.

4 - Não estar satisfeito
Você já se perguntou se o ambiente onde trabalha realmente combina com o seu perfil e o satisfaz como profissional e como pessoa? Caso a resposta seja “não”, pode ser um sinal de que já está na hora de procurar uma nova oportunidade. Alguns profissionais acabam permanecendo na zona de conforto e mantêm o mesmo emprego por anos, até sentirem-se completamente insatisfeitos. Para evitar que isso ocorra, o melhor é começar a agir. Converse com outros colegas que já passaram pela mesma situação, pedindo conselhos e sugestões a eles. Isso pode ajudar.


4 métodos para ensinar crianças



Ensinar crianças pode ser um desafio para muitos. Afinal, elas costumam ser bastante sinceras e merecem uma atenção especial, principalmente por estarem em uma fase de desenvolvimento e construção da própria personalidade. Por se tratar de um momento da vida muito importante, cabe ao professor ser cuidadoso e atencioso, orientando os jovens estudantes da melhor forma possível, dentro e fora da sala de aula. 
1 - Compreenda os alunos individualmente
Procure enxergar e diferenciar o perfil dos seus alunos, identificando as particularidades e dificuldades de cada um deles. Observe quais são os pontos fortes e as habilidades deles e estimule-as, desenvolvendo o máximo do potencial em sala de aula. É muito importante entender que cada criança possui sua própria característica, e, portanto, reagirá de uma forma diferente durante as aulas.
 2 - Dê espaço para as crianças
Durante as aulas, é importante deixar que as crianças manifestem livremente os seus sentimentos e a sua criatividade. Os alunos nunca devem se sentir reprimidos pelo professor. Impor limites é necessário, mas exagerar pode ser prejudicial ao desenvolvimento da turma. Além disso, ser visto como uma pessoa sisuda pelas crianças não é algo positivo, porque você pode despertar o medo, dificultando a aprendizagem. 
 3 - Não retome atitudes erradas
Caso um aluno tenha uma atitude errada durante a aula, é importante mostrá-lo por que essa atitude foi incorreta, indicando a ele o caminho certo. Após ensinar o estudante, não retome o erro dele em outros contextos. Isso pode soar como ameaçador para a criança, além de não ser uma atitude construtiva para o aprendizado.
 4 - Mostre a importância da interação com os colegas
Desenvolver atividades em grupo é muito importante para aprimorar o potencial das crianças e prepará-las para o futuro. Por isso, é interessante mostrar aos alunos a importância de saberem conviver bem com os colegas e lidar com as diferenças, fazendo com que eles respeitem a opinião e o jeito de cada um.


5 aplicativos para facilitar sua vida acadêmica


Veja como se organizar melhor e ter um bom desempenho com ajuda dos aplicativos a seguir

O ambiente acadêmico exige que os estudantes sejam organizados para que consigam ter boas notas e atingirem os objetivos que desejam. Como muitos alunos têm dificuldade para se organizar, existem diversos apps que podem facilitar essas atividades. Para que você torne sua rotina acadêmica mais simples, confira 5 aplicativos a seguir:
 1 – Khan Academy
Por meio desse aplicativo interativo, os estudantes podem escolher algumas disciplinas, como Biologia e Química, para estudarem mais. O objetivo é que os estudantes aprendam e mantenham o contato com os conteúdos de forma interativa, por meio de vídeos.
 2 – Duolingo
Esse aplicativo tem como objetivo fornecer exercícios para que os estudantes pratiquem um idioma estrangeiro. À medida que o aluno acerta uma resposta, ganha pontos e, assim, é estimulado a continuar aprendendo, já que a ferramenta tem formato de game.
 3 – MyHomework
Por meio dessa ferramenta você pode organizar as atividades que precisa cumprir, bem como quais tarefas são prioridade, qual o prazo de entrega etc. Crie uma lista e, assim que você concluir alguma das tarefas, você pode excluí-la, deixando apenas os compromissos que ainda não foram cumpridos.
 4 – gFlash
O foco do aplicativo é facilitar as anotações dos estudantes. Ao estudar, eles podem criar flashcards, com informações próprias e outras baixadas do Google, por exemplo. Há a possibilidade de inserir vídeos também, tornando o ensino mais interativo.
 5 – Any.Do
Esse aplicativo fará que você não tenha mais problemas em cumprir todas as atividades programadas para o dia. Você pode criar listas de tarefas, adicionar alertas, além de escolher quais delas serão priorizadas.